
Cabeça vazia em uma noite cheia
Luzes, sons e tudo mais de hipnótico
Lícito, ilícito e cítrico
Espalham-se tal parasitas, sangue sugas
Luxúria consome e é consumida
Não existe fome, não existe comida
Alimento para a cabeça que nada
Aqui tem dilatador nasal e mental
O amor é injetável
E a dor disfarçada com sorrisos, gargalhadas, beijos e sexo
A brisa torna-se tempestade
E o que cai do céu é químico e queima tudo ao redor
E o fim chega cedo
Vemos corpos em chama
E não há para onde fugir.
poxa, poema complexo que faz com que reflitamos....
ResponderExcluirabs
Léo, senti um toque meio "romantigótico", meio spleen, se bem que adaptado aos nossos tempos modernos. Curti também o trabalho das proparoxítonas em "Lícito, ilícito e cítrico". Parabéns! Beijos e sucesso no blog!
ResponderExcluirhaha é verdade. bem interessante
ResponderExcluirseguindo aqui :)
http://largataazul.blogspot.com/
atualizado.