
Vago pela rua em um chão acidentado
Mas este é o meu chão
Não enxergo na selva de pedras a beleza
Mas essa é minha natureza
Minha caminhada não é fácil
Na verdade nada é fácil... nada
Esbarro em esquinas lotadas de vira-latas e vagabundos
Mas esse é o meu mundo
Mundo de muitos ou mudo de poucos?
Certamente existem várias vertentes
Mas grande parte delas são desfavoráveis
Para mim e para você
E concerteza todas são desfavoráveis
Para eles
Onde poderão plantar? Onde poderão colher?
Onde poderão sonhar? Onde poderão viver?
E aquele vira-lata da esquina que já acostumou-se com o mundo cão
Até ele traz no olhar mareado
O retrato de um povo cansado
Que não quer conforto nem luxuria
Que não precisam de pena ou compaixão
E que precisam apenas de um pedaço de chão
O meu chão? O seu chão?
Não!
O nosso chão!
muito bem parabéns pelo blog
ResponderExcluirRapaz... que post legal!
ResponderExcluirPoema concreto e direto! Parabens!
Vou seguir seu blog.
Caprichou hein? Foi bem criativo em colocar o "chão" no seu poema, gostei!
ResponderExcluirse quiser, veja lá no meu blog, um post sobre sexta-feira 13 http://artegrotesca.blogspot.com
bjus
aah obrigada pela análise e elogios lá no meu blog (:
ResponderExcluirproblema raapaz? isso é solução wdw' alvi-verde é tenso né colega aoeiaoeioe (:
e gostei do texto, bem direto ;*
cara, adorei o texto.
ResponderExcluirMuito bom, adorei qdo fala nesse tom urbano... "vira-latas e vagabundos"
Não sei, apesar de ser um caos tudo isso, me encanta de alguma forma.
O título bem adequado também.
Enfim... Nota 10 nesse texto!
;*
visita lá o meu blog:
http://deniererocha.blogspot.com/
Gostei muito do texto. De outros tbm. você escreve muito bem, heim. ;D
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