terça-feira, 21 de setembro de 2010

Omarzão




Olhar perdido no horizonte
Dar-me a visão do infinito
Os pensamento navegam pela calmaria
Como se não houvesse nada mais a fazer
Os meus pés limpos de areia
São beijados pelas ondas sedutoras
A paz de espírito é banhada pelas águas
Como se não houvesse nada mais a querer
O perfume do salitro é o aroma perfeito
E realça a beleza surreal do cenário
Me perco no encanto abstracto
Como se não houvesse nada mais a ser
Meus problemas se afogam diante dos meus olhos
E se quer pedem socorro para mim
E nesse momento vivo tudo o que sonho
Como se não houvesse nada mais a viver

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Difuso


De forma tão organizada
Das palavras fez-se o uso
Diria até que foi abuso
Se não tivesse entendido coisa alguma

E a letra que é falada
Parece algo tão difuso
Diria até que muito confuso
Se não tivesse entendido coisa alguma

E toda fantasia armada
Dissolve-se tal como inteligência-luso
Desorientado mais do que o horário fuso
Mesmo sem entender coisa alguma

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Escrevendo a vida


A vida é como uma folha de papel onde escrevemos uma história
Nossa história
Cada letra desenhada é um passo
Cada palavra é uma nova descoberta
Os erros sempre acontecem e servem como aprendizado
Podemos apagá-los com uma borracha e reescrever
Porém as marcas que ficam no papel
Perduram além do ponto final.